Em novembro, mês da Consciência Negra, as equipes técnicas das Unidades Próprias da Gerando Falcões, formadas por pedagogas, assistentes sociais e psicólogos, ampliam o diálogo com as crianças e adolescentes sobre ancestralidade, racismo estrutural e valorização da cultura afro-brasileira.
As atividades incluem rodas de conversa, dinâmicas e produções artísticas que incentivam o reconhecimento da identidade negra, o respeito às diferenças e a construção de um olhar coletivo sobre igualdade racial. A proposta é fortalecer o sentimento de pertencimento e estimular a reflexão crítica sobre como o racismo se manifesta no cotidiano.
Essas ações são parte do compromisso socioeducativo da Gerando Falcões de promover não apenas acesso à cultura, esporte e educação, mas também a formação cidadã baseada no respeito, na diversidade e na equidade racial.
Gestão das equipes: Janaina Rumao
Polo Cultural e Esportivo Poá
Tatiane de Souza (pedagoga cultural)
Realizou um bingo com palavras de origem africana, promovendo o aprendizado de forma lúdica e incentivando a leitura. Também conduziu uma contação de histórias com diferentes etnias para estimular a troca cultural e o reconhecimento da diversidade.
Rosemeire Santos (assistente social) e Luiz Domiciano (psicólogo)
Desenvolveram uma intervenção psicossocial essencial para o enfrentamento dos efeitos do racismo estrutural e o fortalecimento identitário de crianças e adolescentes negros. Através de exibição de filmes e da dinâmica “Espelho Mágico”, as atividades buscaram desconstruir estereótipos, valorizar características fenotípicas e promover o autorreconhecimento positivo, em conformidade com a Lei 10.639/2003.
Gabriela de Carvalho (pedagoga esportiva)
Utilizou o “Dicionário Antirracista: termos para eliminar do vocabulário”, criado pela Defensoria Pública, com os seguintes objetivos:
• Compreender o significado de termos relacionados às questões raciais.
• Refletir sobre como a linguagem pode reproduzir preconceitos ou promover respeito.
• Desenvolver atitudes antirracistas e empatia no convívio social.
• Ampliar o vocabulário e a consciência crítica sobre o uso das palavras no cotidiano.
A proposta incluiu cartões interativos com informações do dicionário, incentivando a leitura e a apropriação de uma linguagem antirracista.
Polo Cultural Ferraz de Vasconcelos
Evelise Dantas (pedagoga)
Natalia Alexandre (assistente pedagógica)
Ana Paula Menezes (assistente social)
Gabriel Biaso (psicólogo)
A equipe desenvolveu uma ação educativa e terapêutica voltada à convivência democrática e ao fortalecimento dos vínculos sociais, contribuindo para a formação de sujeitos conscientes, críticos e comprometidos com a equidade racial.
Materiais utilizados:
• Folhas de atividade “Meu Autorretrato”
• Baralho “Emoções e Necessidades”
• Exibição do vídeo “Consciência Negra – Por que este dia é importante”
• Dinâmica “Toda cor tem uma história” com tiras coloridas



























